Comissões


Comissão – Código de Ética

A comissão do Código de Ética do HBST é coordenada pela Responsável do Setor de Recursos Humanos e está composta por profissional médico, enfermeira, direção do hospital, tecnólogo, técnica de enfermagem e encarregada pelo serviço de lavanderia e rouparia.

Objetivo da Comissão do Código de Ética

O objetivo da Comissão do Código de Ética é definir com clareza os princípios éticos que norteiam as ações do Hospital Beneficente Santa Terezinha, bem como, seus compromissos de conduta com as partes interessadas, baseadas nos valores e princípios da instituição, visando estabelecer e manter um relacionamento de confiança e integridade.

A Comissão do Código de Ética compete:

  • Orientar a força de trabalho no sentido de adotar como conduta o descrito no Código de Ética;
  • Estabelecer critérios para acompanhar seu cumprimento;
  • Avaliar as propostas que chegarem à Comissão;
  • Revisar, anualmente, o Código de Ética da instituição adequando-o e indicando soluções viáveis para os problemas encontrados;
  • Planejar e executar atividades periódicas que visem à prevenção de desvios éticos;
  • Instaurar procedimento para apuração de ato que possa configurar descumprimento ao Código de Conduta Ética;
  • Zelar pelo cumprimento deste Código de Ética.

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Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do HBST, é coordenada por enfermeira e está composta por profissional médico, farmacêutica, bioquímica, nutricionista, direção do Hospital, coordenadora da higienização e serviço de lavanderia e rouparia.

De acordo com a Portaria nº 2.616/MS/GM, de 12 de maio de 1998, e da Lei nº 9.431, de 06/01/1997, todos os Hospitais do país são obrigados a manter um programa de controle e de prevenção de infecções hospitalares.

Objetivo da CCIH

Promover o controle e a prevenção da infecção adquirida no hospital, atuando no sentido de identificar a cadeia epidemiológica responsável pelos eventos e manter os níveis de infecção hospitalar aceitáveis e comparáveis aos encontrados em outras instituições de excelência.

A CCIH compete:

  • elaborar, implementar, manter e avaliar o programa de controle de infecção hospitalar de acordo com as características da instituição;
  • implantar e manter um serviço de vigilância epidemiológica das infecções hospitalares;
  • adequar, implementar e supervisionar normas e rotinas técnico-operacionais visando a prevenção e o controle das infecções hospitalares;
  • capacitar o quadro de funcionários e profissionais do hospital no que tange à prevenção e o controle das infecções hospitalares;
  • avaliar as informações fornecidas, realizar vigilância epidemiológica, implantar medidas eficazes no controle de infecção hospitalar ou de casos de surtos;
  • elaborar mensalmente relatórios e divulgar para a comunidade hospitalar.

Informações relevantes que são utilizadas para o desenvolvimento de ações capazes de garantir um atendimento de qualidade à nossa população.

ORIENTAÇÕES DA CCIH

PORQUE LAVAR AS MÃOS

 É a ação mais simples e mais eficaz na prevenção e no controle da infecção hospitalar;

  • Importante para o visitante que vem ao hospital, antes de entrar em contato com seu familiar/paciente, lave suas mãos evitando que traga da rua, microorganismos que possam causas danos à saúde. Na internação hospitalar possivelmente a imunidade esteja baixa sendo fácil a proliferação de agentes patógenos, que no dia-a-dia não causariam maiores implicações.
  • Importante da mesma forma que, ao sair do ambiente hospitalar, também aconteça a lavagem das mãos para não haver a disseminação no ambiente externo dos microorganismos residentes no ambiente hospitalar.
  • E, quando visitares mais de um familiar/paciente, entre uma visita e outra, também lave as suas mãos.

chimarrao.jpg CHIMARRÃO

A CCIH do HBST, optou por não permitir a entrada de chimarrão nas dependências do Hospital porque:

  • o familiar/paciente, no hospital, necessita de um ambiente calmo e tranquilo para restabelecer-se. Sabemos que um bom chimarrão sempre vem acompanhado de muita conversa e prosa e, muitas vezes esquecemos de incluir o paciente nesta roda de conversas e nem sempre o paciente está em condições físicas e psicológicos para conversar;
  • em algumas doenças é necessário controlar a ingesta líquida, ou seja, tudo que é ingerido e eliminado é anotado para que o médico assistente saiba o volume (Ingerido/eliminado) e a partir destes dados prescrver a terapia medicamentoso/dieta.
  • a erva é um lixo orgânico que causava constante entupimento das pias, ralos e ocasionando um mau cheiro;

ALIMENTOS

Durante a internação a dieta é prescrita pelo médico e deve ser administrada conforme. É importante que não acrescentamos alimentos a esta dieta para não aumentarmos os níveis de glicose (diabete), sal (pressão alta, problemas renais) ou gorduras (colesterol).

alimentos.jpg Os alimentos guardados na gaveta ou no armário do quarto proliferam formigas, baratas e moscas, dificultando o programa de controle de pragas existente no hospital.

CRIANÇAS MENORES DE 12 ANOS

São permitidas somente em casos especiais e com autorização. Além do barulho estarão em contato desnecessário com doenças.

VISITAS LIMITADAS

Uma pessoa quando está no processo de recuperação após uma cirurgia ou doença necessita de cuidados de enfermagem e cuidados médicos e muito repouso. Número grande de visitas e visitas demoradas acabam por cansar o doente.

 
As diferenças entre a gripe comum e a Influenza A